terça-feira, 13 de setembro de 2011

Em conformidade com a colocação feita por Maria de Lourdes Parreiras Horta, no texto Educação Patrimonial (1984?): “Reconhecer o passado cultural de que somos herdeiros dá-nos a garantia do equilíbrio de nossa identidade cultural, possibilitando-nos os meios de um bom relacionamento com o nosso presente e uma melhor perspectiva do nosso futuro”, tomo como exemplo as comemorações da Semana Farroupilha que fortemente trazem latente a identidade do Estado Riograndense, o orgulho de ser gaúcho montando seu cavalo baio, vestindo pilchas e saboreando um bom mate amargo, mesmo que durante o ano não se caracterizem como tal, essa identidade cultural fortifica-se nesse período nos viventes, passando de geração à geração, perpetuando a tradição, ou seja, a identidade cultural. Isso ocorre com todos os povos e grupos, as sociedades humanas se diferenciam culturalmente exatamente por seus costumes que se transformam em tradição e que redundantemente é a identidade cultural, e por conta disso temos a mais variada gama de folclores em todos os cantos do mundo, essa riqueza de modos culturais equilibra e fortifica os povos em seu âmago, sempre no intuito do não esquecimento de suas raízes. Mariane Kravczyk

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